Iniciar sessão
/pt-pt/PublishingImages/agosto2.JPG

O estudo "Situação após 3 anos dos alunos que ingressam no Ensino Profissional", da DGEEC, revela que a taxa de conclusão do ensino profissional aumentou progressivamente nos últimos três anos nas regiões Norte, Centro e Alentejo.

16-08-2018

​Nestas regiões, onde as escolas públicas e privadas que ministram cursos profissionais são apoiadas pelo Fundo Social Europeu no âmbito do POCH, a taxa de conclusão, no ano letivo 2016/2017, de alunos que iniciaram a sua formação no ano letivo 2014/2015 atingiu os 67% nas regiões Norte e Alentejo e 64% na região Centro.

agosto2a.JPG 

Na região de Lisboa e no Algarve a taxa situava-se nos 46% e 42%, respetivamente. Em termos globais, nas escolas públicas a taxa de conclusão situou-se nos 56% e nas escolas profissionais privadas nos 67%, perfazendo uma média de 60% de taxa de conclusão no ano letivo 2016/2017, mais quatro pontos percentuais do que no ano anterior e mais sete pontos percentuais relativamente a 2014/2015.

 agosto2b.JPG

Em termos de diferenças de género, a percentagem de conclusão do ensino profissional é mais elevada entre as mulheres. No caso dos alunos que ingressaram no Ensino Profissional em 2014/15, a taxa de conclusão entre as raparigas foi de 68% e de 55% entre os rapazes, o que configura uma diferença de 13 pontos percentuais quanto a este indicador de sucesso.

 agosto2c.JPG

A maioria dos alunos que ingressou em 2014/2015 no ensino secundário profissional é proveniente do ensino básico geral. Existem, no entanto, muitos alunos que terminaram o ensino básico através de Cursos de Educação e Formação (CEF) ou de Cursos Vocacionais. As taxas de sucesso, medidas pela taxa de conclusão, no Profissional destes diferentes grupos de alunos apresentam diferenças muito significativas. Os alunos oriundos do ensino básico geral são aqueles que conseguem terminar o ensino profissional em três anos, com uma taxa de conclusão no tempo de 70%, para o ano mais recente. Olhando para os alunos que ingressaram no Profissional em 2014/15, as taxas de abandono ao fim de três anos são de 31% para os alunos oriundos de CEF, e de 23% para os oriundos de vocacionais. Note-se que os alunos provenientes do ensino básico geral são também aqueles que, em média, são mais novos no momento de ingresso no ensino profissional, pelo que à partida serão aqueles com menos retenções no seu percurso escolar anterior.

Para mais informações consulte o estudo da Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC).

Fonte: POCH/DGEEC

  • < voltar a notícias